Uma das atividades mais importantes que preciso que ter em mente é a capacidade de avaliar o momento onde eu me encontro e ser capaz de tomar decisões baseados nos resultados que estou colhendo. Isso faz parte de um processo de melhoria contínua e planejamento para revalidar planos que foram – ou ainda serão, desenhados em busca da assertividade e do melhor caminho que me leve onde eu pretendo chegar.

Para isso, a minha regra é olhar para os meus pés. Como assim? Olhar para os meus pés é como uma metáfora que me permite olhar na direção e caminho onde estou e refletir sobre isso. Então vamos lá para algumas importantes reflexões que preciso considerar:

1 – Visão – como está minha visão de futuro?

Para determinar minha visão eu preciso saber o que eu quero e para isso tenho que ter certeza do meu PORQUÊ. Será que ele está bem definido?

Responder a pergunta do que realmente quero é algo desafiador e preciso treinar minha mente a ter essa clareza, para isso posso começar refletindo na historia do Gênio da Lâmpada – rsrsrsrs, ou seja, imagine que ao esfregar a lâmpada mágica sai dela o gênio e ele perguntasse o que eu quero, o que eu mais desejo, MAAAAAS eu tenho apenas 3 segundos para responder do contrário eu jamais vou conquistar o que mais quero! Qual seria minha resposta?

Sei que parece um pouco exagerado porém é de extrema importância eu ter essa clareza e saber o que quero, do contrário posso entrar em um loop infinito da frase “qualquer caminho serve para quem não sabe para onde vai”, assim como foi dito pelo gato no filme Alice no País das Maravilhas.

Visão é a minha capacidade de antecipar algo. Depois de defini-la, faça o exercício diário de visualização e analise como estão seus passos.

Como está sua visão? Você tem clareza do seu porquê?

2 – Quem sou eu hoje?

Quando eu me olho no espelho quem estou vendo? Na minha real opinião estou com as características de quem está disposto a ir em busca do que eu quero, do meu porquê?

Essa é uma pergunta muito importante pois na vida eu posso correr o risco de viver dentro de uma falsa sensação de segurança que vai impedir de sair da minha zona de conforto. Flavio Augusto conta uma história que achei muito legal que entendi ser muito apropriada para a zona de conforto: A zona de conforto é como uma gaiola de portas abertas, onde o pássaro com asas sabe que lá fora há uma imensa liberdade e infinitas oportunidades para explorar e viver, porém dentro da gaiola tem um lugar com água e comida me mantendo “seguro”. E parafraseando o que ele disse: “a mesma coisa você acha que te protege é aquela que te limita”.

Então minha pergunta é: quem sou eu hoje?

Em breve vou compartilhar mais algumas outras reflexões. Espero que essas duas primeiras já possam ajudar você se orientar e identificar como estão seus pés.

Abraços. Felipe Hodar