A beautiful young Caucasian woman in her twenties peeking through her fingers.
É interessante que pensamos no medo e então resolvemos muitas vezes recuar ou até mesmo evitar de enfrentar situações onde posso me deparar com aquilo que eu mais temia.

O medo é um sistema de proteção de todos os Seres Humanos, se não fosse o medo na nossa evolução, ou na nossa história, passaríamos ou poderíamos ter sido extintos ou ter sérios problemas.

É o medo que nos faz afastar de cobras, ou aranhas. Geneticamente em muitos casos, comprovados pela ciência genética, mesmo sem nunca ter visto determinados animais podemos ao vê-los reagir com medo, e isso se deve a uma informação genética passada pelos nossos ancestrais e que está registrada em nosso sistema cerebral e então o medo surge.

Porém como poder anular o medo e prosseguir adiante? O medo não se anula, e você vai entender o porquê a seguir.

Muitos podem ter medo de tomar decisões e assim ficar estagnados anos em uma carreira:

  • Medo de perder a segurança do salário
  • Medo de deixar de pagar as contas
  • Medo de perder amizades e por muitas vezes deixa-se de comunicar a verdade
  • Eu não mereço ser amado
  • Eu não consigo fazer isso, eu não consigo perder peso, eu não consigo, não consigo
  • Medo, medo, medo…

Quantas vezes você e eu nos deparamos com o medo e paralisamos, ou fugimos? Então vamos lá.

Quero trazer aqui alguns pontos que irão ajudar nossa identidade com relação ao medo:

  1. O medo é bom!

O medo é bom a partir do momento que deixo de ver como alguma coisa que quer me prejudicar, afinal como disse acima o medo é algo para nos proteger. Então como pode ser bom? A partir do momento que eu desenvolvo a coragem.

O medo catalisa a coragem, e a partir do momento que resolvo desenvolver minhas aptidões para a coragem, o medo se torna um agente catalisador e que me capacita poderosamente para enfrentar as situações, não mais para fugir, porém agora para enfrentar.

A minha adrenalina produzida, minha neuroquímica que envia o sangue para minhas extremidades, punhos, pernas, me preparam não para fugir, e sim para enfrentar, e quando eu passo a usar minha fisiologia e comunicar internamente, a minha função biológica e neurológica que tem como função me manter vivo e sobreviver à situação irá produzir uma condição favorável para que eu perceba um novo momento, novas oportunidades, novos caminhos e então o medo se torna algo bom pois foi capaz de catalisar a coragem e então eu decido produzir mais coragem.

Você pode estar pensando que isso tudo é besteira, porem deixe-me dar um exemplo: Imagine você andando com seu filho em um zoológico e de repente você percebe que um leão vem na sua direção e você com seu filho de 6 anos não tem para onde ir. É claro que você tem medo de morrer, porém nesse momento o que você faz? Provavelmente você coloca seu filho atrás de você e passa algumas instruções a ele. Você o protege, você se coloca entre o Leão e seu filho, que você teria medo de estar frente a frente, e resolve defender seu filho. Você percebe que o medo produziu uma segunda coisa, que o medo produz:

  1. Ação corajosa

Você pode dizer que isso não foi coragem, que você fez o que deveria fazer. Ação corajosa é exatamente isso, é enfrentar uma situação de medo onde eu posso sentir o medo porem vou fazer de qualquer forma.

  1. O medo revela o poder da mudança

Quantas vezes devido a algum medo você tem contado historinhas para você mesmo para justificar os momentos que está passando. Algo como: “eu não mereço”, “eu não sou bom nisso”, “ eu só faço as coisas erradas”… e muito mais!

Quando se age dessa forma, somos incapazes de realmente tomar ações para mudar essa situação, porém a partir do momento que eu vejo a situação e resolvo que posso agir, que independentemente da situação eu vou mudar o mundo que me cerca, começando com a história que estou contando a mim mesmo então eu assumo uma nova identidade. Passo a me amar, passo a ver que posso ir e seguir adiante e vencer. O medo revela o poder que tenho nas mãos e esse poder me leva a mudar o sentido e direção em uma nova intensidade.

  1. Tenho poder em minhas mãos

Ao mudar por reconhecer o medo eu vivo eu mudo as histórias que me fazem recuar. Isso se deve não por causa simplesmente do medo, pois o medo é algo momentâneo, a questão é a história que fico continuamente contando a mim mesmo. Quando percebo isso, tudo muda e o poder está em minhas mãos.

A história que conto a mim mesmo pode me destruir ou pode me construir. O poder está nas minhas mãos, ou melhor, nas minhas histórias.

Recuar passa a ser um passado e cada momento novo passa a ser um degrau. Não existem mais fracassos, o que existe agora passa a ser uma nova experiência que aprendo e que fica marcado, gravado na minha vida, e ao enfrentar situação semelhantes sou capaz de sobrepor e continuar. Eu passo a prosseguir, e a história que eu passo a me contar é de poder e não mais de fraquejar.

  1. A intensidade do medo é a mesma intensidade do poder

O medo é algo físico, a coragem também. Em ambos os casos as reações internas são as mesmas, então mudando as minhas histórias e passo a viver uma nova história, a mesma intensidade que me afastava dos meus sonhos será capaz de promover minha coragem e sucesso.

  1. O medo se transforma em coragem e a coragem em fé

Certeza que vou alcançar, certeza que chegarei, certeza que a força que me impedia não impede mais. O que antes eu tratava e chamava de medo, sou capaz de produzir algo no futuro que posso trazer hoje. Minhas histórias mudam, e minha coragem se tornam a fé que vai fazer alcançar, sem dúvida alguma.

Eu comecei este texto com uma pergunta, do que você tem medo? Que tal mudar seu ponto de vista e construir seu novo momento?

Obrigado por acompanhar este artigo, e desejo a você sucesso em sua nova jornada, e se precisar, conte comigo.

Eu sou Felipe Hodar Luengo, eu sou seu Coach.

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