O Coaching tem sido e é uma poderosa ferramenta no desenvolvimento de carreira, negócios e vida pessoal.

Quando aplicado o Coaching em organizações, estudos mostram que pessoas que passaram pelo processo melhoraram significativamente sua produtividade, sua propensão para mudanças organizacionais é potencializada e a percepção da melhora em relacionamento no trabalho se tornam evidente.

Além desses benefícios, outros se tornam latentes, como a melhora na capacidade de se relacionar com chefes, subordinados, pares, aumento da satisfação no trabalho, no comprometimento com a empresa. Em muitos casos, o processo do Coaching é tratado até como um benefício para os colaboradores.

Então porque o processo de Coaching de muitas empresas não tem o retorno esperado tanto para com o coachee* quanto para as empresas?

Muitos processos, para não dizer todos, tem sua forte base de estudo fundamentado no programa cognitivo ou pelo menos são tratados dessa forma em sua aplicação, ou seja, são racionais e com isso, sua eficiência com certeza é limitada.

Para alavancar o resultado do Coaching, alguns processos se utilizam de programação neurolinguística (PNL) buscando assim uma maior eficiência baseado em sua fundamentação, porém ainda sem a percepção de que mudanças acontecem primeiramente no interior da mente Humana e não de forma superficial, e para isso, faz-se necessário uma reprogramação.

O que não se leva em consideração é que o Ser Humano é um ser quase que em sua totalidade emocional, e é este fator que muitas vezes é deixado de lado, pois grande parte do mundo corporativo e seus executivos negligenciam as questões emocionais, porém estudos das últimas décadas e de alguns estudiosos do início do século XX demonstram que a inteligência emocional é a responsável em realizar as ideias, que são criadas pelo hemisfério cognitivo da mente Humana.

A Inteligência Emocional é um dos principais fatores que falta ser inserido nos programas de Recursos Humanos onde muitas empresas que possuem o Coaching na sua linha de propostas deveriam considera-las, porém, a inteligência emocional, como disciplina, não pode ser trabalhada distintamente, o Coaching e a inteligência emocional precisam estar intrinsicamente ligadas. O que quer dizer isso? Seria muito fácil implementar o processo do Coaching somando um trabalho de inteligência emocional, entretanto sua eficiência não terá os resultados quando comparados ao processo de Coaching que é fundamentado nessa disciplina, pois sua estrutura de comunicação está na mesma linha de construção e assim tornam-se uma coisa só.

O Coaching sem a inteligência emocional pode ser tornar um grande celeiro de ideias, seria como assistir a grandes palestrantes, altos executivos, porém sem a inteligência emocional, muitas ideias permanecerão no campo do cognitivo, do sonho estático e não ganharão a vida tornando-se metas e objetivos, cascateando em outras ideias e transformando ainda mais outros sonhos em realizações.

O trabalho do Coaching aliado à Inteligência Emocional, somado a outras técnicas científicas como a neurociência e física quântica, tornam o processo de Coaching mais poderoso e seus resultados mais concisos, pois seu potencial de criação de novas atitudes após a desconstrução de atitudes ou sentimentos tóxicos proporcionam um profundo alicerce de mudanças e um novo estilo que são reproduzidos por anos a fio, com isso, as empresas produzem realmente colaboradores de alta performance, pois estes se tornam multiplicadores daquilo que receberam, não de forma cognitiva, mas de forma completa (cognitivo + emocional)

Há uma nova geração de Processo / método de Coaching que tem permeado as pessoas, empresas e executivos. O Coaching Integral Sistêmico – que tem na sua essência a inteligência emocional, neurociência, física quântica em sua fundamentação e construção do processo de Coaching e tem sido amplamente utilizado por quem realmente busca mudanças fortes, nas suas bases e consequentemente duradouras. Este método, conhecido como Método CIS tem uma grande diferença quando comparado ao Coaching Tradicional ou o Coaching aliado à PNL.

O conceito de inteligência emocional foi sistematizado e popularizado em 1995 pelo psicólogo norte-americano Daniel Goleman e tem sido chave para lideres, executivos e pessoas que desejam ter alta performance e grandes resultados.

Em um artigo escrito por Andrea Ovans, em abril deste ano 2015 publicada na HBR (Harvard Business Review), retrata exatamente o poder e importância que a Inteligência Emocional tem no papel de grandes resultados e alta performance em líderes. Se tiver interesse, no final deste artigo está o link para a leitura**.

Como seria então se, um processo de Coaching, altamente eficaz e eficiente, que traz grandes resultados, marcando áreas, departamentos, empresas e vidas, fundamentado em seu Gene a Inteligência Emocional e ainda estudos científicos comprovados de Neurociência e Física Quântica fossem aplicados. Porque Empresas que possuem o Coaching em sua organização não produzem os resultados esperados? Que bom que existe o Coaching Integral Sistêmico para responder a estas questões.

* Coachee é o nome dado à pessoa que está fazendo o processo de Coaching

** https://hbr.org/2015/04/how-emotional-intelligence-became-a-key-leadership-skill

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